Contos Copeiros: #2 A bastilha paraguaia

Paraguai 0 - 1 Espanha Copa do Mundo de 2010 - Quartas-de-final Johannesburg - Sábado, 3 de Julho de 2010 A Espanha chegou à primeira Copa do Mundo em solo africano não só como favorita, mas como a campeã legítima por antecipação. Dois anos antes, o mítico treinador Luis Aragonés levava La Furia Roja ao … Continue lendo Contos Copeiros: #2 A bastilha paraguaia

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Contos Copeiros: #1 A Batalha de Nuremberg

Portugal 1 - 0 Holanda Copa do Mundo de 2006 - Oitavas-de-final Nuremberg - Domingo, 25 de Junho de 2006 A Copa do Mundo de 2006 foi um mundial na Europa para os europeus. Das dezesseis seleções que estiveram nas oitavas-de-final, dez representavam a UEFA. E não é por acaso, quatro anos antes os europeus decepcionaram … Continue lendo Contos Copeiros: #1 A Batalha de Nuremberg

Céu noturno

Sinto o chão fofo às minhas costas. Algo envolve meu corpo. Fibra de algodão. Mantenho os olhos fechados, concentrado no clarão que transpassa minhas pálpebras. Ao longe, muito ao longe, ouço um fluxo contínuo de água. Um rio? Pássaros riem alto. Minha própria pele em contato com o algodão que me cobre. Estou nu. Rio … Continue lendo Céu noturno

Naquela manhã de aleluia

Eram sete da manhã e ele entrou trôpego na cozinha. Uma linha azulada cortava o horizonte e iluminava fracamente os azulejos da parede. Uma brisa fria girava acima de sua cabeça. Foi direto para a geladeira, apoiando-se em sua lateral ao abri-la. Havia uma caixa de leite pela metade, manteiga e garrafas d’águas, nenhuma bebida. … Continue lendo Naquela manhã de aleluia

Todos estão esperando

O médico falou dois meses. “Coloque tudo em ordem, porque em dois meses... bem...”. Dois meses. O que eram dois meses para a maioria das pessoas? Na maioria das vezes elas esperavam ansiosamente para que os dois meses que faltavam para o Natal passassem rápidos. “São apenas dois meses”, alguns diriam ao se despedir do … Continue lendo Todos estão esperando

Poético

Ele sentou-se no banco livre e abriu seu livro. Um livro de poesias, ele odiava poesias. Tentou ler uma estrofe, não entendeu nada. Releu, forçando a visão. A vida já não era como antes Todas as lembranças eram apenas resquícios de uma tarde esquecida Todos os sons, ruídos de uma voz sem rosto Ele riu. … Continue lendo Poético

Amanhã, depois do fim

22 de Maio de 2017 No ônibus lotado, as pessoas ouviam suas músicas nos fones de ouvido, liam seus livros ou conversavam. Outras dormiam, encostadas nos vidros repletos de gotículas de ar condensado, ou simplesmente contemplavam a paisagem rotineira. Era apenas mais um dia. Gael achava graça pela forma que ficara sabendo da notícia, na … Continue lendo Amanhã, depois do fim